São eles a razão da existência.
Aqueles que navegam em barcos distantes.
São eles a quem amo dizer que amo.
Aquilo que em nós brotou fincado no tempo ficou.
Todos as maravilhas de algo diferente que
ensistimos em matar e que insiste em renascer.
Isso eu amei e chamei de amizade.
Isso nos amou e nos juntou para sempre.
A vocês o tempo fez-se brotar.
Somos eternos porque somos o que fomos.
Agora sempre amigos porque antes assim desejamos.
Essas são as nossas consequencias: a longa eternidade juntos.
À Lara, Wellington, Wellida, Cintia, Antônio, Mayara, Allan e Pedro,
meu incondicional amor despedaçado e eterno.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
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