Se for assim eu não desejo viver novamente.
Cantei pela estrada de minha mente.
A vida era curta.
Atravessei a ponte quando o grito do silêncio interior ecoou:
Bem vindo ao lado do desconhecido rapaz.
E eu sabia, agora havia terminado para mim.
Era o velho conhecido destino.
Me falaram que eu deveria retornar, mas agora sem
amigos, amor ou mente.
Apenas meu eu vago e complexo em busca de meu caminho.
Não retornei.
Em algo diferente eu me tornei.
E assim terminou.
Não desejo viver novamente, mas insisto em não apagarem minha memória.
É o tudo do nada que me resta.
É o ser em minha vida. É a vida em meu ser.
Minha essencia.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
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